quinta-feira, 26 de agosto de 2010
IMPORTÂNCIA DOS RIOS DAS FLORESTAS TROPICAIS PARA OS POVOS
Que sempre desempenhou um papel fundamental na ecologia das florestas tropicais, mas também foram importantes na vida de povos da floresta e fora das florestas. Antes da chegada dos europeus, o estendimento de civilizações e pequenas sociedades formadas ao longo de principais vias navegáveis, que serviu como um meio de transporte e de comunicação, uma rota para o comércio, e uma fonte de peixes de água doce. No entanto, devido à sua localização junto aos rios importantes, tais assentamentos foram os primeiros a desaparecer, quer foram diretamente afetados pela guerra ou indiretamente afetados pelo ataque de doenças europeias.
Hoje, grandes rios tropicais continuam a ser importantes no fornececimento de uma infra-estrutura barata, confiável e fácil meios de transporte e de comunicação. Principais portos como Iquitos, Peru, e Manaus, no Brasil, são centros comerciais onde os produtos florestais são trocados por mercadorias estrangeiras. Freqüentemente, o único acesso a esses portos, isoladas pela floresta circundante, é por água ou ar. Por exemplo, não existem estradas que levam até a Iquitos e todos os materiais de construção, automóveis, e outros aspectos essenciais devem ser transferidos para a cidade por via aérea ou fluvial.Além de fornecer um meio de comunicação e comércio, rios tropicais são uma das principais fontes de proteínas, sob a forma de peixe, para a população. No entanto, em algumas áreas, os pescadores relatam capturas menores como a sobrepesca regional toma o seu rumo. O rio também fornece serviços para os moradores da cidade pela adubação do solo circundante toda vez que há temporada de inundação, e retiram as toneladas de resíduos humanos e poluentes que os moradores da cidade despejam nos rios.
Peixes tropicais proporcionam uma importante fonte de renda para muitos moradores da cidade, especialmente na Amazônia, que é o lar de cerca de 3000 espécies de peixes. Muitos dos peixes visto na zona temperada-aquário lojas são importados do Brasil e Peru.
Hoje, grandes rios tropicais continuam a ser importantes no fornececimento de uma infra-estrutura barata, confiável e fácil meios de transporte e de comunicação. Principais portos como Iquitos, Peru, e Manaus, no Brasil, são centros comerciais onde os produtos florestais são trocados por mercadorias estrangeiras. Freqüentemente, o único acesso a esses portos, isoladas pela floresta circundante, é por água ou ar. Por exemplo, não existem estradas que levam até a Iquitos e todos os materiais de construção, automóveis, e outros aspectos essenciais devem ser transferidos para a cidade por via aérea ou fluvial.Além de fornecer um meio de comunicação e comércio, rios tropicais são uma das principais fontes de proteínas, sob a forma de peixe, para a população. No entanto, em algumas áreas, os pescadores relatam capturas menores como a sobrepesca regional toma o seu rumo. O rio também fornece serviços para os moradores da cidade pela adubação do solo circundante toda vez que há temporada de inundação, e retiram as toneladas de resíduos humanos e poluentes que os moradores da cidade despejam nos rios.
Peixes tropicais proporcionam uma importante fonte de renda para muitos moradores da cidade, especialmente na Amazônia, que é o lar de cerca de 3000 espécies de peixes. Muitos dos peixes visto na zona temperada-aquário lojas são importados do Brasil e Peru.
A BIODIVERSIDADE: CONCEITO E IMPORTÂNCIA
A biodiversidade pode ser conceituada como o complexo resultante das variações das espécies e dos ecossistemas existentes em determinada região e segundo Edward O.Wilson ( Diversidade de Vida, Ed.Companhia das Letras, 1994) nunca a terra teve tanta diversidade de vida como em nossa era, havendo muito ainda a se estudar e descobrir, principalmente na Amazônia, região pouco explorada cientificamente.
O estudo da biodiversidade tem relação direta para a preservação ou conservação das espécies, pois entendendo a vida como um todo teremos mais condições de preservá-la, bem como é de suma importância para o nosso desenvolvimento, resultando o aproveitamento dos recursos biológicos para que sejam explorados de maneira menos prejudicial à natureza, conservando-a o mais possível, permitindo a harmonia entre o desenvolvimento das atividades humanas e a preservação, chamando-se isso modernamente de desenvolvimento sustentável.
Sem a conservação da biodiversidade não há garantia de sobrevivência da grande maioria das espécies de animais e vegetais, ante a interdependência e conseqüentemente não poderá haver um desenvolvimento sustentável, pois com a humanidade perderá fontes vitais de recursos para a sua sustentação, de forma que devemos desenvolver métodos e ações concretas para a sua conservação. Para isso é necessário conjugar esforços de toda a sociedade, discutindo-se temas importantes como: controle da natalidade, desenvolvimento industrial e depredação, nova política educacional etc.
Portanto, a conservação da biodiversidade é importantíssima e fundamental para um desenvolvimento adequado aos anseios mundiais de preservação, constituindo-se a base do desenvolvimento sustentável.
Para se alcança esse desenvolvimento sustentável, é sugerimos, entre outros: desenvolver uma adequada educação ambiental nas escolas públicas e privadas do pais; fortalecer as instituições públicas que tem o poder-dever de fiscalizar a preservação do meio ambiente; rever a legislação, adequando-a à nova realidade e aos anseios mundiais de preservação ambiental; desenvolver amplos estudos dos recursos naturais existentes, instituindo parques e reservas ecológicas, conservando e dando meios aos já existentes, fortalecendo suas condições de sustento; estimular os meios de comunicação no sentido de divulgação de matérias ambientais ou correlatas; direcionar o desenvolvimento industrial mediante incentivos fiscais, propiciando a criação de polos industriais em áreas de menos impacto ambiental possível; desenvolver uma educação sexual adequada aos parâmetros atuais de ocupação demográfica; incentivar práticas agrícolas que preservem o meio ambiente, fornecendo condições especiais de financiamento e escoamento dos produtos, criando simultaneamente órgãos fiscalizadores efetivos e atuantes, evitando assim desvio de finalidade.
E, ainda, elaborar planos nacionais de ocupação territorial para as comunidades marginalizadas e carentes, observando as regras básicas de preservação; estudar e refazer a política indigenista para que os "povos da floresta" possam viver em seus ambientes naturais, sem que sejam afetados ou desrespeitados em sua dignidade, bem como respeitada a sua cultura; desenvolver o turismo ecológico com visitas monitoradas às áreas naturais, incentivando a atividade privada na criação de projetos conservacionistas neste sentido; diminuir gradativamente as agressões dos agentes poluidores ao meio ambiente; incentivar a criação de sociedades não governamentais de proteção ambiental(ONGs), com incentivos fiscais etc.
Se nada for feito, o próprio lixo criado pelo homem o sufocará.
Portanto, é necessário que se tomem providências urgentes no sentido de desenvolver em todos os cidadãos uma consciência ecológica, voltada para a criação de uma sociedade moderna. Além disso, sem o conhecimento real da importância da biodiversidade e projetos concretos e aplicados de desenvolvimento sustentável, as chances de sobrevivência da humanidade estarão totalmente comprometidas.
(ANTÔNIO SILVEIRA RIBEIRO DOS SANTOS)
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
O Futuro da Amazônia
Todos os anos a Amazônia perde áreas florestais. Em algumas temporadas, perde menos. É quando se diz que o desmatamento está em queda ou com crescimento negativo. Em outros anos, perde mais. Mas invariavelmente perde. Tem sido assim desde 1988, quando se começou a medir os efeitos do desmatamento nas regiões.
O mais recente relatório do Instituto Nacional de Pesquisas (Inpe) é desanimador. Depois de três anos de queda, o desflorestamento entre junho e setembro de 2007 cresceu 8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O QUE PODE SER FEITO:
Privatização da floresta. O governo já iniciou a concessão de florestas para a iniciativa privada. Só poderão ser explorados recursos naturais e renováveis, como frutos, madeira e sementes. O dinheiro seria reinvestido na região. A medida recebeu críticas.
"A concessão deveria privilegiar áreas desmatadas, e não as já preservadas", disse Vanderleide Ferreira de Souza, do Conselho Nacional de Seringueiros, à Rádio Nacional da Amazônia.
Elaboração de um plano nacional. ONGs, governos e o Ministério do Meio Ambiente elaboraram um projeto de fiscalização, monitoramento de reservas e incentivos a produtores responsáveis. A um custo de R$ 7 bilhões, eles prometem zerar o desmatamento em sete anos. Será?
Troca de projetos de reflorestamento por créditos de carbono. A primeira iniciativa desse tipo foi aprovada pela ONU na semana passada. A AES Tietê vai reflorestar 1 450 hectares de Mata Atlântica em São Paulo. Em troca, vai deixar de emitir 3 milhões de toneladas de CO2 e receber cerca de R$ 130 milhões. Isso poderá ser aplicado em outras florestas no futuro, diz a Folha de S.Paulo.
O mais recente relatório do Instituto Nacional de Pesquisas (Inpe) é desanimador. Depois de três anos de queda, o desflorestamento entre junho e setembro de 2007 cresceu 8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O QUE PODE SER FEITO:
Privatização da floresta. O governo já iniciou a concessão de florestas para a iniciativa privada. Só poderão ser explorados recursos naturais e renováveis, como frutos, madeira e sementes. O dinheiro seria reinvestido na região. A medida recebeu críticas.
"A concessão deveria privilegiar áreas desmatadas, e não as já preservadas", disse Vanderleide Ferreira de Souza, do Conselho Nacional de Seringueiros, à Rádio Nacional da Amazônia.
Elaboração de um plano nacional. ONGs, governos e o Ministério do Meio Ambiente elaboraram um projeto de fiscalização, monitoramento de reservas e incentivos a produtores responsáveis. A um custo de R$ 7 bilhões, eles prometem zerar o desmatamento em sete anos. Será?
Troca de projetos de reflorestamento por créditos de carbono. A primeira iniciativa desse tipo foi aprovada pela ONU na semana passada. A AES Tietê vai reflorestar 1 450 hectares de Mata Atlântica em São Paulo. Em troca, vai deixar de emitir 3 milhões de toneladas de CO2 e receber cerca de R$ 130 milhões. Isso poderá ser aplicado em outras florestas no futuro, diz a Folha de S.Paulo.
Assinar:
Postagens (Atom)

